Quando você se irrita por aquelas coisas que digo e faço, tem razão.
Esse é meu recurso automático de defesa contra o medo; minha necessidade desesperada e angustiante de evitar a repetição do filme ruim. É também egoísta.
Essa repetição teimosa que, por mais que eu tente, deseje, lute com todas as minhas forças e quase acredite na racionalidade das probabilidades e nos objetivos Maiores, volta sempre.
Causas destintas mas, com a mesma conseqüência.
Um raio cái incontáveis vezes no mesmo lugar!
E, para esses acontecimentos que não posso mudar, resta-me agarrar a certeza de um objetivo temporariamente oculto. Para os que tenho participação, tenho que lutar contra eu mesma.